Alinhamento Energético, autoconhecimento

As 5 Tristezas na Pandemia

As 5 tristezas da Pandemia

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As maiores tristezas na pandemia mundial são aquelas sensações que afetam – em menor ou maior grau – a todos nós que estamos nesse globo. Quando a vida nos coloca em uma quarentena forçada talvez seja hora de parar e olhar para dentro. E acredite, você não está só: existem quase oito bilhões de terráqueos atualmente vivendo aqui e dividindo as mesmas inseguranças e emoções nada alegres. A primeira dessas tristezas na pandemia é a sensação de solidão.

Tristezas na Pandemia

Assim, todos nós, os seres humanos, estamos convidados a encarar os porões emocionais e a nossa “solidão interna”. E que muitas vezes foi mascarada pelos encontros casuais, pelo sexo rápido, abuso de comida, bebida ou drogas. Ou ainda pelas conversas desagradáveis ou sem muita perspectiva, mas que mesmo assim fizemos questão de manter para não sentir o vazio e a sensação de abandono que nossa criança interior carrega. Crescemos e infelizmente nem sempre amadurecemos porque fazemos a questão de evitar a nossa própria companhia. E por isso nos sentimos tão solitários. Então aí vai a primeira bomba: o isolamento social não faz com que ninguém se sinta só. As circunstâncias externas apenas revelam o nosso estado de espírito.

O saudoso mestre indiano OSHO diferenciava brilhantemente a solidão de solitude. A primeira é um estado ruim, de falta, de negação de si mesmo. Já a solitude é um estado de espírito totalmente diferente e positivo. E é quando você é uma pessoa presente e totalmente preenchida de si mesma, estando acompanhada por outros ou não. Ele falava ainda que podemos nos sentir sozinhos mesmo em meio a uma multidão. Outro dificultador desse momento é a melancolia. Aquela sensação de vazio no peito, de uma angústia que não se sabe de onde vem. Todos esses estados de espirito estão sendo muito mais frequentes depois do advento do novo coronavírus. Não pelo fato de a doença em si, mas sim pelo fato de que as incertezas do amanhã fazem com que estejamos muito mais aflitos e melancólicos.

Eu também lembro da raiva, da ira, do ódio. Essas são as grandes companheiras de muita gente nesses tempos incertos. Mas é preciso entender o porquê desses comportamentos. Se você já esteve na presença de uma criança bem pequena, basta você contrariá-la para ela franzir os olhinhos e ficar com muita raiva de você. Mas o que acontece se você a agrada ou devolve o brinquedinho ou a chupeta? Ela simplesmente se acalma e relaxa instantaneamente. Assim também acontece com a gente. Os adultos que experimentam um nível de raiva muito alto estão parados, bloqueados, em alguma memória antiga, reagindo como eternas crianças incompreendidas.

No meu desenvolvimento como terapeuta sensitivo canalizei inúmeras vezes as imagens plasmadas de crianças emburradas durante as sessões de Cura Interior – Alinhamento Energético à Distância. Essas são o que chamamos de corpos energéticos, ou memórias de dor que ficam acumuladas em nossos campos de energia individuais. Então, fica o conselho de quem lida com isso diariamente. Quando sentir muita raiva numa próxima vez, respire fundo e assuma a total responsabilidade pelas suas emoções. Como me disse um velho xamã: quando está raivoso, você pode dar um tapa em alguém ou pode dar uma flor. A raiva é só sua e você faz com ela o que quiser.

Tristezas na pandemiaAh, o tédio… Este é outro companheiro indesejável dos nossos dias e também é um provocador de muitas emoções negativas. Mas é importante reconhecê-lo logo de início. Isso porque nem sempre ele se mostra à primeira vista. Muitas vezes o tédio vem disfarçado de paz, de relaxamento. Mas no fundo, ele nos coloca em um “lugar” muito ruim, no qual nosso ócio é totalmente improdutivo e passamos a não apreciar a nossa vida. E como última convidada dessa festa, a quinta companheira triste é a desesperança. Essa é muito perigosa. E por que? Porque sem esperança não temos nada, absolutamente nada. Você só levanta de manhã, escova seus dentes, toma café e sai para trabalhar (ou saía, antes da quarentena) porque você tem fé, tem esperança de que conseguirá tocar o seu dia e retornar para sua casa em segurança.

Quando, portanto, perdemos essa esperança, essa confiança na vida, começamos a morrer internamente. E note que eu não estou falando de morte física, mas sim de partes nossas que vão ficando meio mortas, meio adormecidas em nosso interior. Resultado: passamos a viver como moribundos, mortos-vivos, zumbis.  Resumindo: a vida já está difícil lá fora, milhares de vidas simplesmente desaparecerão sem nenhum alarde. Governantes nem sempre respeitarão nosso luto e não deixarão a bandeira a meio mastro por nossos familiares e muitos nem terão o direito a um velório ou enterro dignos. Isso é fato.

Assim, eu compreendo que você tenha todos os motivos para ficar triste e sem muito ânimo nesta época. Okay, permita-se conhecer as suas sombras, as suas emoções negativas, mas sempre lembrando de iluminá-las com seu amor e compaixão. Não é hora para culpar-se. Por fim, lembre-se de que este planeta Terra e seus habitantes já passaram por muitas e muitas crises: a primeira e a segunda guerra mundiais, o terror do holocausto, a gripe espanhola, aviária, suína, a guerra do Vietnã, do Golfo, do Kuwait. Além dos conflitos no Kosovo, Iraque, Síria, Venezuela… Mas estamos aqui, estamos de pé. Nem tão felizes a ponto de celebrar, mas definitivamente nem tão tristes a ponto de desistir.

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